Os episódios ocorridos no Rio de Janeiro (Região Serrana) e no Japão (Tóquio) nos transportaram para a segunda fase de preocupações.
A certeza de que nosso controle não controla; de que os intervalos de tempo entre as catástrofes diminui e de que ação humana destruidora aumanta, deveria fazer refletir (profundamente) todo e qualquer Chefe de Estado.
É claro que há a "Preocupação Ambiental" como na COP15, se tentou fazer demonstrar.
Mas por que ainda não se cogitou um Grande Fórum Mundial de Defesa Civil? Por que as discussões focalizam, sobretudo, os reflexos econômicos das catástrofes?
Quem pode mais? Adam Smith ou a Mãe Natureza?
A certeza de que nosso controle não controla; de que os intervalos de tempo entre as catástrofes diminui e de que ação humana destruidora aumanta, deveria fazer refletir (profundamente) todo e qualquer Chefe de Estado.
É claro que há a "Preocupação Ambiental" como na COP15, se tentou fazer demonstrar.
Mas por que ainda não se cogitou um Grande Fórum Mundial de Defesa Civil? Por que as discussões focalizam, sobretudo, os reflexos econômicos das catástrofes?
Quem pode mais? Adam Smith ou a Mãe Natureza?
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