terça-feira, 6 de abril de 2010

O Rio de Janeiro e A Enchente de Abril: A Lamentável Chuva de Sangue no Estado

A situação do Rio de Janeiro sempre foi de tragédias, por conta das chuvas.

O processo é crônico, piorado pela falta não só de educação do povo (falta de zelo com o processamento e armazenamento do lixo) como também de políticas públicas que parecem não constar no manual do prefeito e do governador.

Isso é extremamente visível, principalmente quando consideramos os principais atores nestes momentos de desespero.

Senão, vejamos:

O Corpo de Bombeiros, apesar da carência de equipamentos e de baixos salários, lidam com toda a sorte (ou azar) de tragédias (em casos como o de hoje, os militares chegam a ficar cerca de 48 horas ou até mais num messo plantão, até resgatar a todos !!!).
Esta corporação apresenta, sistematicamente, várias sugestões e orientações para prevenção ou (ao menos) mimimização dos danos. Haveria a necessidade de um maior aporte de investimentos nesse sentido.
Infelizmente, não se dá importância. São os diários murros em ponta de facas.
Só lembram disso diante de catástrofes. Só se lembram disso quando muitas vidas são ceifadas.
São as "tragédias anunciadas".

As "autoridades" pintam-se de ouro nos momentos de vitória para, na desgraça alheia, empurrarem a responsabilidade para os técnicos da Defesa Civil e/ou do Corpo de Bombeiros (conforme "explicou" o próprio governa(dor)) .


Somem-se a isso os tratamentos paliativos mirabolantes das ditas "autoridades", tais como: CONTRATAÇÃO DA FUNDAÇÃO CACIQUE COBRA CORAL e PROPAGANDA (em momento impróprio) DO PAC.
Como se essas condutas fossem a salvação da cidade...

Pelo visto, as olimpíadas de 2016 só serão exuberantes, no que disser respeito aos esportes aquáticos.

E a chuva de incompetência administrativa e os deslizamentos no caráter continuam...
São fortes e nebulosas pancadas na cabeça do cidadão...

Um comentário:

Pod papo - Pod música disse...

Isso tudo é muito triste, quando não é em um estado é em outro, hoje foi a vez do Rio de Janeiro, aonde vamos parar com tanta tragédia!

Beijos